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O que é Open Insurance e Open Investment e como esses sistemas impactam na sua vida


O Open Insurance - ou sistema de seguros aberto - segue a mesma linha do Open Banking, que através de um conjunto de regras e soluções permitirá ao mercado padronizar e sistematizar o compartilhamento de dados referentes a produtos e serviços de seguros, previdência e capitalização. Com isso, ele ampliará as possibilidades de negócios, beneficiando tanto empresas quanto consumidores.

Essa abertura e compartilhamento de dados por empresas de seguro é liderada pela Superintendência de Seguros Privados - Susep, órgão vinculado ao Ministério da Economia que regulamenta e fiscaliza o setor. E, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados - LGPD - os clientes são titulares de seus dados e somente com seu consentimento os mesmos poderão ser compartilhados.


Com maior volume de dados disponível no mercado, espera-se que as empresas do setor ofereçam propostas mais adequadas ao consumidor, se ajustando a cada perfil. Avalia-se que o Open Insurance traga mais produtos e maior customização destes, proporcionando inclusão financeira e ampliando o acesso a seguros para mais pessoas.

O Open Insurance será implementado em três etapas. A primeira fase tem previsão de iniciar dia 15 de Dezembro de 2021, abrindo canais de atendimentos e produtos disponíveis. Já na segunda etapa, prevista para Setembro de 2022, os dados pessoais dos consumidores poderão ser compartilhados pelas seguradoras. Ou seja, é nesta fase que uma seguradora poderá pedir informações de um cliente para outra seguradora. E, somente na terceira etapa, é que o consumidor comecará a receber ofertas de produtos e servições por meio do Open Insurance, com previsão para Dezembro de 2022.


Já o compartilhamento de dados por corretoras de câmbio, investimento e fundos da previdência está sendo chamado de Open Investment e segue a mesma linha do Open Insurance. Esta agenda está sendo liderada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA), o Banco Central e o CVM - Comissão de Valores Imobiliários.

Estima-se que os benefícios sejam vários, como autonomia dos clientes em relação à sua vida financeira; com o aumento da concorrência o mercado se movimenta em busca de inovação, porque se torna necessário fazer adaptações e encontrar novas maneiras de atender as necessidades dos investidores; aprimoramento de ofertas e produtos conforme perfil de cada cliente.


O Open Investment também será implementado em três etapas. Na primeira fase, prevista para iniciar em Dezembro de 2021, as instituições disponibilizam seus dados, como identificação dos produtos, taxas e validade de cada um. Na segunda etapa, em Junho de 2022, os clientes poderão autorizar o compartilhamento de seus dados, informando o produto e o volume aplicado. E na terceira e última fase, a partir de Dezembro de 2022, poderá ser compartilhado também os dados de transações dos clientes.

O Open Banking evoluiu para Open Finance com a incorporação do Open Insurance e Open Investment. Todo o ecossistema é regulado pelo Banco Central e demais entidades regulatórias - listadas acima -, as instituições participantes deverão cumprir uma série de exigências estabelecidas pela LGPD - Lei Geral de Proteção de Dados - conferindo total seguraça a todos os consumidores.


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